PARA VOCÊ QUE AMA E APRECIA UM BOM CAFÉ

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Verdadeiro Capuccino Italiano - Simone de Melo


Recentemente em viagem na Itália, tive o prazer de saborear o verdadeiro capuccino Italiano na cidade de Alba Adriatica. Posso afirmar que era cremoso e delicioso. Dá uma olhadiha na foto ao lado. Esta foto fui que tirei no café da manhã. Foi perfeito...

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terça-feira, 24 de março de 2009

Você já foi no Santo Grão?


Localizado na charmosa Oscar Freire, é um dos meus prediletos. Sempre com gente bonita e ambiente agradabilíssimo, serve cafés para todos os gostos e principalmete "os da moda". Não posso deixar de falar também do atendimento simpático e cordial dos jovens garçons com uma particularidade, todos conhecem a receita de cada prato, porção ou sobremesa do cardápio e sabem como ninguém convecer o cliente a experimentar. Vale a pena dar uma passada em um sábado a tarde ou final de noite de um dia da semana.
Informações www.santograo.com.br

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terça-feira, 17 de março de 2009

Bolo de Café com Chocolate


Ingredientes
Categoria da Receita:
Bolos
Dificuldade de Preparo da Receita:
média
Temperatura da Receita:
frio
Cobertura:
• 1 copo de leite longa vida semidesnatado
• 250 g de chocolate meio amargo
Massa:
• 1 pitada de bicarbonato de sódio
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• 100 g de chocolate meio amargo
• 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
• 1 xícara (café) de café em pó
• 1 copo de leite longa vida semidesnatado
• ½ xícara (chá) de manteiga
• 1 xícara (chá) de açúcar
• 2 ovos

Preparo da Receita
Massa: coloque na batedeira as gemas, o açúcar e a manteiga e bata bem até que a massa fique cremosa. Acrescente, aos poucos, o leite e a farinha de trigo. Continue batendo por mais 10 minutos. À parte, derreta o chocolate em banho-maria, coloque o café e adicione à massa. Depois junte o fermento e o bicarbonato e bata rapidamente. Retire e acrescente as claras em neve, misturando delicadamente. Despeje a massa em uma fôrma com furo no meio, polvilhada com farinha de trigo. Leve para assar em forno médio, preaquecido, por 1 hora, ou até que enfiando um palito ele saia limpo. Cobertura: coloque o leite em uma panela e deixe ferver por 5 minutos. Despeje em uma tigela com o chocolate picado, misture até obter uma massa cremosa e cubra o bolo.

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segunda-feira, 9 de março de 2009

Receita Capuccino

250 g de açúcar
• 1 colher (chá) de canela em pó
• 1 colher (chá) de bicarbonato
• 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
• 50 g de café solúvel
• 200 g de leite em pó !-->

Preparo da Receita

Bata o café solúvel no liquidificador rapidamente (dois pulsar). Depois, acrescente o leite em pó, o chocolate em pó, o bicarbonato e a canela.

Misture muito bem e coloque em potes de vidro. Guarde em local seco. Na hora de preparar o capuccino, para cada xícara de café de água, adicione 2 colheres (sobremesa) do capuccino preparado.

Dica para esta receita

Para fazer um charme, use paus de canela para misturar ao invés de colheres. Opcional: chantilly na hora de servir.

Fonte: Globo.com / Mais Você

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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Cafezal em São Paulo - Capital

A Tribuna de SantosTatiana Lopes

Do trabalho no campo à refeição, tudo se assemelhou ao cotidiano das fazendas de cafeeiras Chapéu de palha na cabeça, peneira e balaio nas mãos. Devidamente paramentado, o grupo inicia uma caminhada pelo cafezal. Posicionados em frente aos pés de café, os apanhadores, homens e mulheres, seguram delicadamente os ramos e começam a derriça dos frutos maduros. A cena descrita seria comum nas fazendas de café do interior do Estado, mas se torna inusitada por dois componentes: ocorreu ontem pela manhã, uma segunda-feira, em São Paulo, uma das maiores metrópoles do mundo e centro financeiro do País.

E foi protagonizada não por trabalhadores rurais, mas sim por autoridades, produtores, baristas e representantes de entidades ligadas ao setor cafeeiro.No Instituto Biológico, na Vila Mariana, região do Parque do Ibirapuera e a menos de dez minutos da Avenida Paulista, está o maior cafezal urbano do País, com 1.305 pés de café plantados em uma área de 10 mil metros quadrados. Foi nesse cenário bucólico que ocorreu a terceira edição do Sabor da Colheita, festividade que marca de forma simbólica o início da colheita do café no Estado e tem por objetivo divulgar a cultura do grão e sua importância histórica para o País.

Inspirado em uma festa tradicional francesa, que ocorre nos mesmos moldes no centro de Paris, tendo a uva e o vinho como matéria-prima, o evento paulistano foi idealizado por Eduardo Carvalhaes Júnior, um santista apaixonado pelo café. ‘‘Pelo que vemos em Paris, onde existe um evento parecido com esse, há um potencial muito grande de crescimento para que esse local venha a ser uma das grandes vitrines da importância do café para o Brasil’’, destacou Carvalhaes Júnior, que é membro da Câmara Setorial do Café de São Paulo e um dos fundadores da Associação dos Amigos do Museu de Cafés do Brasil.

Esse cafezal do Instituto Biológico representa um grande presente que a comunidade paulistana recebe para divulgar a cultura do café e sua importância econômica e mostrar para a população como é o ciclo produtivo’’, diz Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) e presidente da Câmara Setorial de Café de São Paulo. ‘‘A nossa idéia é trazer as pessoas até aqui. Divulgar a cultura do café para que ela seja conhecida e preservada pela população’’, disse o secretário- adjunto de Estado da Agricultura e Abastecimento, Antônio Júlio Junqueira de Queiroz. Segundo ele, São Paulo é o terceiro maior produtor de café do País e um dos maiores consumidores da bebida. ‘‘O consumo de café no Estado é muito próximo ao de países da Europa’’.

Convidados comem como os bóias-friasApós a colheita simbólica do café, o grupo participou de um almoço em estilo italiano, em uma área anexa ao cafezal. As músicas e comidas típicas foram uma homenagem à parceria entre Brasil e Itália. ‘‘Esses dois países são importantes para o café. O Brasil pela excelência e pela quantidade do café produzido a Itália por inventar o café expresso e o capuccino, que são sinônimos de qualidade no mundo inteiro. Além disso, os imigrantes italianos tiveram papel importante na história do café porque vieram ao Brasil para trabalhar nas lavouras, após o fim da escravidão’’, justificou o chef Sauro Scarabbota, responsável pelo cardápio. O almoço foi preparado por uma equipe de 40 profissionais, entre alunos da faculdade de gastronomia, chefs da Associação Brasileira da Alta Gastronomia (Abag) e profissionais do restaurante Fricco.

Os cerca de 200 convidados puderam apreciar canapés de camarão e de patê de fígado, ambos polvilhados com café, além de uma sopa de pão italiano com café e algumas variedades de vinho. O prato principal, polenta ao molho de tomate, com manjericão, salsinha e abobrinha em pedaços, foi servido em uma quentinha. ‘‘As pessoas irão comer como os bóias-frias comem no campo, com a diferença de que aqui serviremos bóiaquente’’, anunciou o chef, ao microfone, antes de mandar servir o almoço. De sobremesa, um zucotto base de café, com ricota e frutas cristalizadas. E para finalizar, um bom café expresso.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Pão de Queijo é Brasileiro



Um hábito mineiro que não se sabe quando começou . . . . Acontecia toda vez que amigos se encontravam na cozinha de uma casa mineira da roça para "jogar conversa fora", aquele pão de queijo assado no fogão a lenha e preparado com ingredientes produzidos na própria fazenda, era servido quentinho.
Naquela época não se pensava que aquela iguaria fosse um dia tornar-se um produto comercial apreciado por todo o Brasil e até lá fora.
Hoje, mesmo sendo o pão de queijo tão conhecido e vendido em todos os lugares, se você conhecer algum mineiro e for visitá-lo certamente terá a chance de se deliciar com o pãozinho feito na hora especialmente para você e servido com cafezinho.


08.12.1979 - PÃO DE QUEIJO desembarca em Porto Alegre

Os pãezinhos que saíram dos saraus familiares nos confins de Minas Gerais finalmente chega a Porto Alegre trazidos pelas mãos de um mineiro radicado no Rio Grande do Sul usando uma receita de sua mãe cuja origem vem dos antepassados.

Pão de queijo se come quente porque é impossível deixá-los esfriar e come-se maior quantidade porque é impossível parar no primeiro.

Eles vão bem no inverno e no verão, com café preto, como manda a tradição mineira, com chocolate quente, refrigerantes, sucos, chá ou cerveja. Qualquer bebida é boa companhia e qualquer lugar é lugar para saborear um bom pão de queijo simples ou com recheio. Excelente companhia para os churrascos, refeições, coquetéis ou qualquer

É difícil resistir a esse sabor que vem de Minas

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Preparo do Café



Quanto melhor o café, maior é a extração e melhor o sabor da bebida.
Veja a data de fabricação do café. Café recém torrado tem mais sabor.
O café moído se deteriora facilmente em função do ar, da umidade, do calor, do tempo e do contato com odores estranhos. Por isso ele deve ficar acondicionado sempre distante desses riscos. Guarde o café não utilizado em um recepiente com boa vedação, na geladeira.


A água utilizada deve ser pura e limpa. Utilize sempre água filtrada ou mineral na preparação do café.

Prepare somente a quantidade de bebida que vai ser consumida imediatamente ou, no máximo, durante a hora seguinte.

O tempo de contato entre água e café deve ser:


Para moagem fina - até 4 minutos Para moagem média - de 4 a 6 minutos Para moagem grossa - de 6 a 9 minutos Este tempo varia conforme o equipamento e a preferência pessoal.

Use a medida correta. Utilize de 80 a 100 gramas de pó (aproximadamente 5 a 6 colheres de sopa) para 1 litro de água. Se a bebida resultar sem sabor, aumente a quantidade de café. Se ela ficar amarga, áspera ou desagradável, diminua o tempo de contato da água com o café, diminuindo a quantidade do pó.

A água utilizada deve ser apenas aquecida - não pode ferver, pois a perda de oxigênio altera a acidez do café. A temperatura ideal de preparo é próxima dos 90oC.

Pelo pó de café deve passar somente água quente, jamais a bebida. A recirculação torna a bebida muito amarga, áspera e desagradável.

O café usado (café esgotado, borra) é o pior inimigo do sabor, aroma, da cafeteira e da sua saúde. Jogue-o fora. Nunca o reutilize, sequer misturando-o ao café fresco. Para garantir a qualidade ideal, o café já usado e a bebida preparada devem ficar sempre separados.

Deguste com prazer uma bebida fresca, um café preparado na hora, ou o mais recente possível. A característica da bebida café é a de ir deteriorando-se lentamente e, por isso, um café preparado há mais tempo não tem o mesmo sabor agradável de um café fresco.

Beba o café em xícaras de porcelana. O sabor fica destacado e a temperatura constante.

No caso do uso de garrafas térmicas, estas devem ser muito limpas e de uso exclusivo do café.
Nunca prepare ou armazene a bebida já adoçada porque se formará uma crosta de caramelo de mal sabor nas paredes do recipiente.

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